sexta-feira, 28 de setembro de 2012





Aprendizagem significativa

No dia 10 de setembro, o professor Mácio Machada, na disciplina de Abordagens autobiográficas, no curso de Pedagogia 6º semestre da UNEB (Universidade do Estado da Bahia), fez uma difícil atividade, na qual deverá relatar como eu gostaria de ser ensinado na infância.
__ Não lembro ao certo, como fui alfabetizada, lembro-me poucas coisas e muitas vezes fragmentado, mas como tenho que fazer esse relato vou fazer o que vier de lembranças.
Neste momento, que estou digitando, dia 16 de setembro de 2012, às 23h10 min. Esta noite tento expor a minha autoformação, mostrando através deste, minha aprendizagem individual e coletiva.
Estou tentando me concentrar, ouço as vozes na televisão, Latika (Minha cachorrinha), sem sair do meu pé, sempre me tirando a concentração, mas ao mesmo tempo o silêncio da noite me tranquiliza é nele que me inspiro e no mesmo, que aos poucos as lembranças vão surgindo.
Daí... Vêm-me lembranças recentes de que, já escrevi coisas parecidas em outras disciplinas deste semestre, junto algumas que dão para serem encaixadas e cheguei à conclusão que:
Sempre tive incentivo e estímulo a estudar, ler, escrever, tanto por minha família e principalmente na escola em que estudei, ainda em tenra idade. Escola esta um pouco tradicional, na qual exigia-se bons comportamentos e resultados dos alunos, disponibilizava da biblioteca para os alunos pegarem livros, sempre quando quisesse, dava oportunidade de ir para a escola em turno oposto para fazer grupo de estudos, ler e usar laboratório de informática.
Não lembro exatamente a série que aprendi a ler, fazer cálculos matemáticos e como me comportava em sala, lembro que comecei a ser estimulada a leitura ainda no ensino fundamental, pois tinha de ler os livros do plano de leituras exigidos pela escola, o qual era dividido por bimestres e lia também outros livros fora do plano de leitura, adorava ir a biblioteca em turno oposto, vivia com livros de literatura na mão. Tanto que ganhei um certificado de maior leitor em 04 de dezembro de 1998, observe abaixo:


A escola exigia também que chegássemos no horário, caso atrasasse um minuto que fosse o portão era fechado e não entrava mais. Os trabalhos, nossa! Era suada para entregar no dia proposto pelo professor, pois se não fosse entregue a depender do professor não recebia ou só recebia valendo a metade do seu valor, como eu não queria ficar com nota baixa e correr o risco de perder na disciplina, sempre entregava os trabalhos em dia. Chegava no horário e sempre fazia o que a escola pedia, pois gostava de estar nela, das oportunidades que a escola me oferecia de crescer e tornar-se uma pessoa melhor.
Hoje percebo que esta experiência ou memória que tenho, contribui tanto para minha formação pessoal quanto profissional, pois criei hábitos, aprendi a me relacionar com pessoas diferentes, a ser responsável, a respeitar, e o mais importante, nunca desistir dos meus sonhos, ideais e lutar pelo que quero sem desanimar, pois sou capaz de chegar onde quero, basta fazer por onde conseguir.
Assim... Aprendi na escola,
Escola, a qual tenho orgulho de falar,
lá estudei e aprendi.
E se eu posso,
Você também pode,
Confie em você,
Seja sempre você.
Sem medo de errar.
Para isto...
Basta acreditar,
E dizer:
- Vou tentar e conseguir,
Pois, sou capaz e insistente.
 - Vou lutar e conseguir.
Nossa... já é quase uma hora e ainda não respondi claramente ao que o professor pediu.
Mas para um bom entendedor, percebe-se que venho sempre dando respaldo à escola a qual estudei, por esse motivo não mudaria as formas de como fui ensinada, apesar de que teve seus erros e falhas, mas muito mais acerto, pois foi através dela que tornei a pessoa que sou hoje, nem melhor, nem pior que os outros, sendo apenas eu, dando o melhor de mim em tudo que eu me proponho a fazer. Por esse motivo tenho orgulho de dizer que estudei na Escola de Educação Básica e Profissional Desembargador Pedro Ribeiro de Araújo Bittencourt, ufa... Ou melhor, Fundação Bradesco.

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