Aprendizagem
significativa
No
dia 10 de setembro, o professor Mácio Machada, na disciplina de Abordagens autobiográficas,
no curso de Pedagogia 6º semestre da UNEB (Universidade do Estado da Bahia), fez
uma difícil atividade, na qual deverá relatar como eu gostaria de ser ensinado
na infância.
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Não lembro ao certo, como fui alfabetizada, lembro-me poucas coisas e muitas
vezes fragmentado, mas como tenho que fazer esse relato vou fazer o que vier de
lembranças.
Neste
momento, que estou digitando, dia 16 de setembro de 2012, às 23h10 min. Esta
noite tento expor a minha autoformação, mostrando através deste, minha
aprendizagem individual e coletiva.
Estou
tentando me concentrar, ouço as vozes na televisão, Latika (Minha cachorrinha),
sem sair do meu pé, sempre me tirando a concentração, mas ao mesmo tempo o
silêncio da noite me tranquiliza é nele que me inspiro e no mesmo, que aos
poucos as lembranças vão surgindo.
Daí...
Vêm-me lembranças recentes de que, já escrevi coisas parecidas em outras
disciplinas deste semestre, junto algumas que dão para serem encaixadas e
cheguei à conclusão que:
Sempre
tive incentivo e estímulo a estudar, ler, escrever, tanto por minha família e
principalmente na escola em que estudei, ainda em tenra idade. Escola esta um
pouco tradicional, na qual exigia-se bons comportamentos e resultados dos
alunos, disponibilizava da biblioteca para os alunos pegarem livros, sempre
quando quisesse, dava oportunidade de ir para a escola em turno oposto para
fazer grupo de estudos, ler e usar laboratório de informática.
Não
lembro exatamente a série que aprendi a ler, fazer cálculos matemáticos e como
me comportava em sala, lembro que comecei a ser estimulada a leitura ainda no
ensino fundamental, pois tinha de ler os livros do plano de leituras exigidos
pela escola, o qual era dividido por bimestres e lia também outros livros fora
do plano de leitura, adorava ir a biblioteca em turno oposto, vivia com livros
de literatura na mão. Tanto que ganhei um certificado de maior leitor em 04 de dezembro de 1998, observe abaixo:
A
escola exigia também que chegássemos no horário, caso atrasasse um minuto que fosse
o portão era fechado e não entrava mais. Os trabalhos, nossa! Era suada para
entregar no dia proposto pelo professor, pois se não fosse entregue a depender
do professor não recebia ou só recebia valendo a metade do seu valor, como eu
não queria ficar com nota baixa e correr o risco de perder na disciplina, sempre
entregava os trabalhos em dia. Chegava no horário e sempre fazia o que a escola
pedia, pois gostava de estar nela, das oportunidades que a escola me oferecia
de crescer e tornar-se uma pessoa melhor.
Hoje
percebo que esta experiência ou memória que tenho, contribui tanto para minha
formação pessoal quanto profissional, pois criei hábitos, aprendi a me
relacionar com pessoas diferentes, a ser responsável, a respeitar, e o mais importante,
nunca desistir dos meus sonhos, ideais e lutar pelo que quero sem desanimar,
pois sou capaz de chegar onde quero, basta fazer por onde conseguir.
Assim...
Aprendi na escola,
Escola,
a qual tenho orgulho de falar,
lá
estudei e aprendi.
E se
eu posso,
Você
também pode,
Confie
em você,
Seja
sempre você.
Sem
medo de errar.
Para
isto...
Basta
acreditar,
E
dizer:
- Vou
tentar e conseguir,
Pois,
sou capaz e insistente.
- Vou lutar e conseguir.
Nossa...
já é quase uma hora e ainda não respondi claramente ao que o professor pediu.
Mas
para um bom entendedor, percebe-se que venho sempre dando respaldo à escola a
qual estudei, por esse motivo não mudaria as formas de como fui ensinada, apesar
de que teve seus erros e falhas, mas muito mais acerto, pois foi através dela
que tornei a pessoa que sou hoje, nem melhor, nem pior que os outros, sendo
apenas eu, dando o melhor de mim em tudo que eu me proponho a fazer. Por esse
motivo tenho orgulho de dizer que estudei na Escola de Educação Básica e
Profissional Desembargador Pedro Ribeiro de Araújo Bittencourt, ufa... Ou
melhor, Fundação Bradesco.

